FIFA aprova cartão vermelho imediato para jogador que cobrir o rosto

Em “Completamente Poeta”, cantora e poetisa revisita composições do pai, Paulo Leminski, e revela uma produção musical que atravessa a literatura, a memória familiar e a cultura pop
https://www.youtube.com/watch?v=9q3gadTxt_g
Redução do eleitorado de 16 e 17 anos é acompanhada por uma diminuição proporcional...
  Bebidas proteicas à base de whey protein ganham espaço na rotina, mas exigem atenção...
Produções de Lee Chang-dong, Na Hong-jin, Yeon Sang-ho e outros diretores foram avaliadas pela...
Pequeno resumo Em Behemoth!, Pedro Pascal interpreta Alex Serian, um violoncelista que abandona uma orquestra de...

O que mudou na regra da FIFA

Quando a bola rolar na próxima Copa do Mundo, um gesto comum pode custar caro: cobrir a boca em uma discussão com o adversário. A FIFA, por meio do IFAB, aprovou que jogadores que escondem o rosto durante bate-bocas em campo podem receber cartão vermelho direto, visando coibir insultos e ofensas que a arbitragem não consegue ver ou ouvir claramente. 

Fifa aprova cartão vermelho para quem cobrir o rosto em discussões com adversários

Além disso, o abandono de campo em protesto contra decisões do juiz também passa a ser punido com expulsão, tanto para os atletas quanto para membros da comissão técnica que incentivarem a atitude. Se todo o time deixar o gramado, a equipe pode perder a partida automaticamente. 

Fifa aprova cartão vermelho para quem cobrir o rosto em discussões com adversários

Por que a regra foi criada agora

A decisão não veio do nada. Dois casos recentes pesaram: o abandono de campo de Senegal na final da Copa Africana de Nações, em protesto contra um pênalti para Marrocos, e a discussão entre Vinicius Jr., do Real Madrid, e o argentino Prestianni, do Benfica, em que o rival cobriu o rosto ao falar e acabou suspenso depois por conduta discriminatória. 

Fifa aprova cartão vermelho para quem cobrir o rosto em discussões com adversários

Imagine duas situações comuns que agora podem mudar de figura:

  • Um atacante, irritado com uma falta dura, vai tirar satisfação com o zagueiro, cobre a boca com a camisa e dispara ofensas homofóbicas. Antes, muitas vezes passava batido; agora, o risco é de vermelho direto.
  • Um time se sente prejudicado por um pênalti nos acréscimos e decide sair de campo temporariamente. Em vez de só pressão psicológica no árbitro, a equipe pode acabar punida com expulsões e até perda do jogo.

O que isso muda para jogos e jogadores

Na prática, a nova regra força jogadores a serem mais transparentes em campo. Gesticular, reclamar e discutir continuam fazendo parte do futebol, mas esconder o que está sendo dito deixa de ser “malandragem” e passa a ser risco real de expulsão.

Nas grandes competições, como Copa do Mundo e Champions League, a tendência é ver mais cuidado em discussões acaloradas e menos espaço para insultos racistas, homofóbicos ou xenófobos jogados “no escuro”. Ao mesmo tempo, a arbitragem ganha uma ferramenta a mais, e o torcedor inevitavelmente vai debater se cada cartão vermelho foi bem aplicado ou não.

No Cubotop, vamos acompanhar como essa regra será aplicada nos primeiros jogos de alto nível: se ela realmente vai proteger os atletas e o espetáculo — ou se vai abrir uma nova frente de controvérsia a cada expulsão por “discussão com a boca coberta”.

Leave your vote

spot_imgspot_imgspot_img